CELULAR
E GENTE PEQUENINA, NÃO COMBINA !
Prezados(as) Amigos(as),
Nosso lema para 2008 já está escolhido: CELULAR E GENTE
PEQUENINA, NÃO COMBINA !
Com esse alerta, a AMA São Lourenço espera que os pais
entendam que celular não é brinquedo. (vejam o que
diz um conceituado médico sobre isso, na matéria abaixo - Os
perigos das antenas e dos celulares e sem fios )
Quem sabe assim, consigamos (respeitando
o Princípio da Precaução - Princípio n° 15 da Declaração
das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento),
ter MENOS ANTENAS (torres) AO LADO
DAS ESCOLAS e quem sabe alguém tome uma providência,
PARA SE EVITAR TANTAS PROPAGANDAS COM
CRIANÇAS USANDO TELEFONES CELULARES.
Nossos parabéns ao TJSC - que APLICOU
O PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO (descrito abaixo) - em
benefício das pessoas que convivem diariamente com as
antenas.
Esperamos que o MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ, siga na mesma
direção e CONVOQUE UMA REUNIÃO COM AS EMPRESAS, a ANATEL e
com as Secretarias de Meio Ambiente e Urbanismo (em todo o
PR), para que o assunto seja tratado com a mesma importância,
em todos os municípios do no nosso Estado.
Cesar Paes Leme
- EDITOR &
Grupo Comunicação com Responsabilidade Brasil com sistemas a
10 microwatts/cm2
Presidente da Associação dos Moradores e Amigos do São
Lourenço
Discutindo o tema desde
junho/2000, a AMA SÃO LOURENÇO criou em 2004 um Movimento
Nacional (Comunicação com Responsabilidade - Brasil com
sistemas a 10 microwatts/cm2) que hoje se espalha por mais de
500 cidades - que estão debatendo a questão das torres de
telefonia e pedindo apoio aos seus vereadores e prefeitos.
Visite: http://www.superviadigital.com.br/proje
tos/news_ccr.htm
.
OS
PERIGOS DAS ANTENAS E DOS CELULARES E SEM FIOS
A PESSOA ADULTA DEVE USAR O CELULAR 6
MINUTOS AO DIA. A
CRIANÇA NUNCA DEVE
CHEGAR PERTO DO CELULAR. AS TORRES TAMBÉM SÃO
UM RISCO´
(...) Para o neurologista e professor da Universidade
Federal do Paraná Affonso Antoniuk, todo tipo de
radiação é preocupante e pode, inclusive,
contribuir para o aparecimento de doenças como o câncer.
No caso dos celulares, O
TEMPO DE EXPOSIÇÃO FAZ DIFERENÇA.
"O ideal é que uma pessoa adulta use o aparelho
por, " no máximo ", SEIS MINUTOS ao
dia. Já uma criança, CUJO CÉREBRO
AINDA ESTÁ EM FORMAÇÃO, nunca deve chegar perto
dos telefones celulares".
( GRIFO NOSSO - leia a matéria abaixo)
.
Os
perigos das antenas e dos celulares e sem fios
A PESSOA ADULTA DEVE USAR O CELULAR 6 MINUTOS AO
DIA. A CRIANÇA NUNCA DEVE CHEGAR PERTO DO CELULAR. AS TORRES TAMBÉM
SÃO UM RISCO´
O rápido crescimento do número de usuários da telefonia celular
(bem como de outros meios de comunicação sem fio) tem chamado a atenção,
em todo o mundo, para os possíveis riscos que poderiam ser causados
pela exposição humana aos campos eletromagnéticos gerados por
aparelhos celulares
ou estações rádio-base (torres de celular).
Por enquanto, as opiniões de cientistas e de médicos ainda se
dividem. Dependendo da quantidade de radiação absorvida pelo corpo
humano, o usuário poderá desenvolver doenças como glaucoma e
catarata. " Os riscos a longo prazo, como o desenvolvimento de
tumores cancerígenos, é que ainda não foram
comprovados e serão o principal tema de investigação por parte da
OMS", acrescenta.
--->> Para o neurologista e professor da Universidade Federal do
Paraná Affonso Antoniuk, todo tipo de radiação é preocupante e
pode, inclusive, contribuir para o aparecimento de doenças como o câncer.
No caso dos celulares, o tempo de exposição faz diferença. "O
ideal é que uma pessoa adulta use o aparelho por, no máximo, seis
minutos ao dia. Já uma criança, cujo cérebro ainda está em formação,
nunca deve chegar perto dos telefones celulares".
.
OUTROS DADOS CONSTANTES NA MATERIA :
As diferentes versões sobre o tema reforçam que o
celular é mais um exemplo de descaso com a saúde do
consumidor. Em nome dos interesses comerciais, a
tecnologia foi introduzida em larga escala no mercado
sem que sua segurança fosse atestada.
O problema da radiação começa já na concepção do
aparelho. As antenas dos celulares são uma adaptação
das antenas utilizadas em rádios portáteis, ou seja,
elas não foram feitas para emitir ondas eletromagnéticas
e sim, para apenas recebê-las. O ideal seria uma antena
bidirecional. Assim, a radiação
seria emitida apenas na direção contrária à cabeça
do usuário (as antenas comuns emitem radiação em todo
o entorno da cabeça), o que diminuiria em até dez
vezes a absorção das ondas eletromagnéticas.
O sistema de telefonia celular é responsável pela
emissão de ondas eletromagnéticas de 10 MHz a 300 GHz.
Alguns pesquisadores estabelecem uma correlação entre
a exposição a esse tipo de radiação e o surgimento
de alguns tipos de doenças, em especial o câncer,
enquanto outros, simplesmente, negam qualquer
possibilidade de que isso ocorra, apontando total falta
de consenso sobre o assunto.
Entre os possíveis danos associados aos efeitos térmicos
da radiação emitida pelos aparelhos celulares e as
antenas de transmissão, estão a exaustão, choque térmico,
estresse, queda no desempenho de tarefas, pressão cardíaca,
alterações em funções neurais e neuromusculares e
ocorrência de catarata.
Embora ainda não exista consenso acerca do tema, vários
estudos sugerem que esta radiação possa interferir nas
ondas cerebrais, alterando a pressão sangüínea,
reduzindo respostas imunológicas e provocando
enxaqueca, insônia, síndrome de fadiga com prejuízo
da memória de curto prazo e epilepsia.
Se não há consenso entre os especialistas sobre o
assunto, o que impera na indústria da telefonia é o
silêncio. Quando falam a respeito, os fabricantes
apenas ressaltam que a radiação não faz mal à saúde.
Além da radiação, as ondas aquecem o cristalino, e
isso pode tornar a lente cada vez mais opaca, como se
cozinhasse num microondas. E cataratas, que pode ser
desencadeada a médio e a longo prazo.
Além da proximidade, outro problema, é o longo período
de exposição de quem mora perto das antenas. Assim
como acontece com os aparelhos, não existe um estudo
definitivo sobre os danos à saúde da radiação
emitida pelas torres.
Enquanto o cenário
permanece indefinido, o consumidor deve ter cautela.
Algumas recomendações podem ajudá-lo a ter uma atitude preventiva:
- Use o celular o menos possível.
- Mantenha o aparelho o mais longe que puder de sua cabeça. Não esqueça
de
puxar completamente a antena antes de ligá-lo.
- Prefira não usar o aparelho em automóveis. Como os carros são metálicos,
o
celular opera na máxima potência. Isso quer dizer que a radiação
emitida é
maior, o que, além da saúde, também pode ocasionar problemas na
comunicação
entre o celular e a torre de transmissão e diminuir a potência da
bateria.
- Estudos desaconselham o uso de celular por crianças e jovens de até
16
anos. O departamento de saúde britânico recentemente obrigou os
fabricantes
de celular a informar os consumidores, por meio de folhetos, sobre esse
risco.
- Antes de comprar um celular, faça uma pesquisa para saber qual modelo
tem
o menor nível de SAR, ou seja, os que emitem menos radiação. Se possível,
use o fone de ouvido ou o recurso de viva-voz.
O
mercado de telecomunicações não pára de crescer, com a
incorporação de novas
tecnologias,
principalmente sem fio (wireless), ao
dia-a-dia de pessoas e
empresas. No Brasil, esse crescimento
criou um modelo de
negócios em que
chegar ao usuário antes do concorrente significava
atender parte
importante
de uma demanda reprimida por décadas de monopólio
estatal e
atraso tecnológico.
Um
dos lados mais visíveis (e polêmicos) dessa corrida
" nem sempre
caracterizada
pelo cavalheirismo entre as operadoras são as torres nas
quais
as
antenas ficam penduradas. Visível porque além de feias,
elas são imensas:
fincadas
no solo, chegam a medir 70 metros de altura.
Polêmico
porque proliferam em ritmo tão acelerado quanto
desordenado, ajudando a
degradar a paisagem, principalmente nos grandes centros
urbanos, onde o tráfego
de comunicação é maior.
Segundo a
Anatel, as operadoras de celular têm mais de
14.000 estações rádio-base
(ou ERBs, que no jargão técnico significa antenas) em funcionamento.
Há mais um tanto pertencente
a outros prestadores de
serviços de comunicação
wireless, como emissoras de rádio e TV,
empresas de
paging e trunking,
operadoras de telefonia por satélite e também de
telefonia fixa. E
como o
modelo de negócios vigente levava à demarcação de
território para se obter
vantagem competitiva,
a maior parte dessas torres é de
uso exclusivo de uma única
empresa. E nem todas estão regulamentadas,
quer
porque em certas
localidades não houvesse legislação à época de sua
implantação, quer
porque
as operadoras tenham contornado a burocracia partindo para
a prática.
(www.ambientebrasil.com.br)
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VEJA O QUE DIZ O
PRINCIPIO DA PRECAUÇÃO
Vamos fazer valer o PRINCÍPIO DA
PRECAUÇÃO, que na dicção da Declaração de Rio
de Janeiro (1992) - Agenda 21 ECO 92, assim se
expressa:
"Com o fim de
proteger o meio ambiente, os estados devem aplicar
amplamente o critério de precaução, conforme as
suas capacidades. Quando haja
perigo de danos graves ou irreversíveis, a falta de
uma certeza absoluta não deverá ser utilizada para
postergar-se a adoção de medidas eficazes em função
do custo para impedir a degradação do meio
ambiente".
(Princípio n° 15 da Declaração das Nações Unidas sobre o Meio
Ambiente e
Desenvolvimento).
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TJSC
MANDA EMPRESA OBTER LICENÇA AMBIENTAL
www.abradecel.org.br
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SC DETERMINA QUE A CLARO DEVE OBTER
LICENÇA AMBIENTAL
PARA TODAS AS SUAS ANTENAS EM SC.
A 2ª Câmara de Direito Publico do TJ confirmou sentença da Comarca
de
Xanxerê e determinou que a Telet S/A CLARO obtenha o devido
licenciamento
ambiental para que suas estações de radiobase (ERB's) já instaladas
no
território estadual continuem em funcionamento.
A empresa tem o prazo de três meses para iniciar a sua regularização,
sob
pena de multa diária de R$ 5 mil para cada antena em funcionamento
irregular.
Em ação pública, o Ministério Público alertou que as ERB's foram
instaladas
sem o devido licenciamento de operação cedido pela Fundação do
Meio
Ambiente - FATMA.
Segundo o MP, a obrigatoriedade da licença ambiental está prevista
na Lei
Estadual 12.684/04 e é considerada requisito mínimo para evitar
lesividade à
saúde pública.
A empresa de telefonia móvel alegou que não há provas de que a
atividade é
lesiva à saúde.
"Em relação aos efeitos nocivos provocados pelas radiações não-ionizantes
provenientes das antenas de telecomunicações, é pertinente a adoção
do
princípio da precaução, justamente porque não existe um consenso
científico
quanto àqueles possíveis efeitos", explicou o relator do
processo,
desembargador Francisco Oliveira Filho. O magistrado explicou ainda
que o
estudo de impacto ambiental - umas das etapas para do licenciamento -
para a
instalação dessas antenas é imprescindível.
"É obrigatória a realização de tal estudo com a devida
publicidade, a fim de
que a coletividade tenha conhecimento e possa manifestar-se a
respeito",
concluiu.
A decisão vale para todos os municípios catarinense, assegurada pelo
Código
de Defesa do Consumidor, que amplia os efeitos para territórios além
da
Comarca do juiz prolator. (AC nº 2007014201-7)
F: TJSC
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Radiação
do celular atrapalha o sono, diz estudo
17-01-08 Portal Terra - Radiação do celular atrapalha o sono, diz
estudo
Medicina:- Radiação
do celular atrapalha o sono, diz estudo
Um estudo realizado por pesquisadores americanos apontou que a radiação
emitida pelo telefone celular pode afetar o sono.
O trabalho, realizado por especialistas do Instituto de Tecnologia de
Massachusetts, nos Estados Unidos, expôs 71 homens e mulheres com
idades
entre 18 e 45 anos à radiação do celular durante o sono.
Os pesquisadores observaram que as fases iniciais do sono foram
diretamente
afetadas e que outras, importantes para a recuperação dos desgastes
sofridos
durante o dia, também foram atingidas pelas radiações.
A pesquisa ainda mostrou que as pessoas que dormem próximas ao telefone
celular sofrem mais de dores de cabeça.
Audição
Estudos realizados anteriormente já tinham apontado outros malefícios
do uso
do celular. No ano passado, cientistas indianos mostraram que usar o
aparelho mais de uma hora por dia pode causar danos à audição.
Na pesquisa, os especialistas analisaram cem pessoas que usaram seus
celulares por mais de uma hora por dia durante quatro anos. Eles
observaram
que os participantes começaram a confundir sons de alta freqüência,
como os
de palavras que se iniciam com as letras s, f, t e z.
Além disso, pesquisadores israelenses acreditam que o uso do telefone
celular por apenas cinco minutos diários já pode ser o suficiente para
acelerar a divisão das células.
Os especialistas explicaram que a divisão celular é um processo que
ocorre
naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também
pode
provocar câncer.
BBC Brasil
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Telefones
celulares podem provocar câncer, diz estudo
30-08-07 UOL - Notícias por e-mail
Londres, 30 ago (EFE).- A exposição aos sinais de telefonia móvel
durante
apenas cinco minutos poderia estimular um processo de divisão
celular,
segundo um novo estudo sobre o uso do aparelho publicado no último número
da
revista "New Scientist".
Esse processo ocorre de forma natural no crescimento ou
rejuvenescimento do
tecido humano, mas ocupa também um papel central no desenvolvimento
de um
câncer.
Uma equipe dirigida pelo professor Rony Seger, pesquisador do
Instituto
Weizmann de Rehovot, Israel, expôs células humanas e de ratos à
radiação
eletromagnética com uma freqüência semelhante à emitida pelos
celulares, mas
a um décimo de sua potência.
Após apenas cinco minutos, os pesquisadores identificaram a produção
de
quinases (tipo de enzima) reguladas por sinais extracelulares
(ERK1/2),
substâncias químicas naturais que estimulam a divisão e o
crescimento
celulares.
"A importância real de nossa descoberta é que as células não
são imunes à
radiação dos telefones celulares, embora não estejam expostas a um
aumento
de temperatura", diz o professor Seger, citado hoje pelo jornal
"Daily
Telegraph".
"Utilizamos níveis de radiação equivalentes a um décimo dos
gerados por um
celular comum e constatamos que as mudanças não se devem ao
aquecimento",
afirmou o cientista.
Segundo Graham Philips, do Powerwatch, um grupo que analisa o risco
potencial dos telefones celulares, as diretrizes oficiais sobre o uso
dos
aparelhos indicam que a saúde só pode ser atingida em caso de grande
aumento
da temperatura do tecido humano.
O novo estudo indica, no entanto, que as
reações também acontecem sob o
efeito de radiações de nível baixo, o que pode ter
implicações para a
saúde", ressaltou Philips.
Outros cientistas, como Simon Cook, bioquímico do instituto
Babraham,
próximo a Cambridge (Inglaterra), se mostram mais céticos
e afirmam que,
embora os resultados do estudo sejam interessantes, não
demonstram que há
uma divisão celular suficiente para provocar câncer.
Clique no link para ler a notícia completa no UOL
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2
007/08/30/ult1766u23441.jhtm
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Vamos fazer valer o
PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO,
que na dicção da Declaração de Rio de Janeiro (1992) - Agenda 21
ECO 92, assim se expressa:
" Com
o fim de proteger o meio ambiente,
os estados devem aplicar amplamente o critério de precaução,
conforme as suas capacidades.
Quando haja perigo de danos graves ou irreversíveis, a falta de
uma certeza absoluta não deverá ser utilizada para postergar-se a
adoção de medidas eficazes
em função do custo para impedir a degradação do meio
ambiente".
(Princípio n° 15 da Declaração das Nações Unidas sobre o Meio
Ambiente e Desenvolvimento).
"O famoso e tão
falado meio ambiente, somos todos nós..."
(Cesar Paes Leme)
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